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Nós somos aqueles pelos quais temos esperado

O tema acerca dos “astronautas do passado”, ou seja, seres de outros planetas e galáxias que estiveram entre nós é bastante controverso, porém, não há como deixarmos de voltar aos mitos, crenças e lendas de nossos ancestrais, bem como evidências materiais, e fazer uma releitura quando eles falam do Povo-das-Estrelas. Voltando na nossa história nesse planeta Terra, temos evidências do desconhecido, de tecnologias que até hoje os seres humanos ditos “modernos” não desvendam, bem como práticas que foram passadas de tempos em tempos, outras que foram perdidas, sempre reverenciando o Universo além da nosso plano físico terreno.

Tenho lido algumas obras intrigrantes, gostaria de compartilhá-las com todos.

Algumas dessas obras bibliográficas são, “Terra – Chaves Pleiadianas Para A Biblioteca Viva”, de Barbara Marciniak e “A Agenda Pleiadiana”, de Barbara Hand Clow, que não deixam de citar os nativos e ancestrais desse planeta, bem como os poderes xamânicos de acessar e transformar a realidade e perceber e atingir outras dimensões além da que nos encontramos. Como mencionado por Marciniak: os ensinamentos pleiadianos podem ser comparados aos do xamanismo, o antigo corpo de consciência que tem servido de intermediário entre os domínios do físico e espiritual, levando as pessoas a autodescoberta nos mundos do paradoxo, da mudança de paradigma e da espiritualidade.

Vários autores e estudiosos têm falado cada vez mais do assunto intrigante que seriam as transformações genéticas pelas quais os seres, que hoje são chamados “humanos”, passaram no início de suas existências. Hand Clow e Marciniak em suas canalizações pleiadianas nos trazem os mesmos questionamentos, acerca de nosso DNA, e dos códigos que carregamos e não temos conhecimento. Os cientistas não conseguiram até hoje encontrar o “elo perdido”, o momento em nossa evolução (prefiro a palavra transformação) em que passamos a ser indivíduos dotados de maiores capacidades e força, e, porque não, transmutação de nossa energia para alcançar além das conhecidas dimensões.

Os nativos seguiam os movimentos das estrelas, pés na Mãe Terra, e os olhos voltados ao Pai Céu. O conhecimento das estrelas possuía diversos portais dimensionais. Os Hopi chamaram os seres pleiadianos de Chuhukon, e consideravam-se descendentes diretos dos mesmos. Os Navajos chamaram de Delyahey. Os Iroquois rezam a eles pedindo felicidade. Os Cree dizem terem chegado à Terra vindo das estrelas, em forma de espírito e aqui receberam sua forma física terrestre. Os egípcios e outras civilizações tinham relações com a constelação de Orion, a estrela Sirius, e quem diria, povos africanos reverenciavam uma estrela chamada Sirius B, que não é visível nem aos nossos “desenvolvidos” telescópios.

Independente da idéia de cada povo, ou da sua idéia pessoal acerca dos mistérios do Universo, há algo que devemos nos empenhar em nossas jornadas aqui na Terra, e isso chama-se mudança profunda de nosso paradigma pessoal e coletivo. O que isso quer dizer? Paradigma são os modelos que nos foram concebidos como certos, e os seguimos sem questionamento, apenas fluindo na sintonia que nos foi legada pelo nosso coletivo. Mas se você parar para sentir a sintonia, ela está mudando, tudo a sua volta está mudando, e você? Em que parte desse processo você está? Está pronto para largar o que não lhe serve mais, para desapegar do que não lhe pertence, e tomar posse de si mesmo e de toda sua capacidade nata?

Os Hopi falam: Nós somos aqueles pelos quais temos esperado. Essa frase tem, ultimamente, aberto portas internas e externas dentro de mim, sentindo a profundidade dessa pequena grande citação. Ela é uma chave que todos temos e há muito esquecemos de usar. Quantos de nós esquece de nossa origem estelar mencionada pelos nossos ancestrais, quantos de nós duvida do milagre da cura e da transformação que reside dentro e fora de nós. Porquê nos negamos a ver que temos as chaves de acesso, ou, muitas vezes, reconhecemos mas não sabemos como, quando e por onde começar? Ainda há aqueles que preferem não ver, preferem permanecer adormecidos a despertar.

Minha sugestão é: comece imediatamente. Cada segundo é uma oportunidade de mudança. Uma pequena mudança, surte uma grande mudança. Cada pequena mudança desfaz os nós entruncados em nosso ser que desencadeiam mais e mais transformações. Comece pelos seus pensamentos. A qualidade de seus pensamentos! Essa qualidade de pensamento que você emana, é benéfica a você? É benéfica a quem está a sua volta? Ao mundo? Isso é cuidar de si e do planeta, é tornar-se responsável pelos seus atos. Engana-se quem acredita que seus pensamentos não vão a lugar algum além de dentro de seus circuitos internos. Os chineses, os kahunas, os Dineh(Navajos), estão aí para lembrar sempre que nossa energia está onde está nosso pensamento, e nosso pensamento e intenção feito energia se expande nas mais diversas dimensões e espirais além de nossos corpos. Quanta toxina emitimos com isso? Quanta toxina carregamos dentro de nós ao nos enfiarmos em padrões e crenças que nos foram encutidas, crenças que vivemos, padrões que repetimos e sentimos que não está de acordo com o que nossa alma pede e é?

A limpeza começa por dentro, dentro de cada um de nós. Comecemos a espiralar essa energia para a harmonia e a cura, ao invés de entulharmos nossas vidas pessoais e coletivas com aquilo que trás desarmonia.

Somos e respiramos a poeira das estrelas.
Somos sementes das estrelas.
Somos estrelas brilhantes nesse Universo,
carregando um potencial imenso de possibilidades.
Realmente, nós somos aqueles por quem temos esperado.
Agora, gire a chave,
respire fundo…
… e abra a porta.

Coragem!
Pois a jornada é longa…
mas é para sempre.

Paz e Harmonia a Todos!
Menkaiká

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